O MEDO NÃO EVITA A MORTE!

Mas evita a vida...

Por PATRÍCIA CORTES 19/09/2021 - 19:48 hs


INSCREVA-SE AQUI!

-------------------------------

Caminho com a minha pequena pelo centro da cidade onde moro, cidade pequena, quase média, de interior, com cerca de 200 mil habitantes. 


Precisei comprar passagens para ir ao Rio, pois meu ofício exerço lá. É praxe ir à rodoviária quando não desço de carro.


Em cidade pequena, todo espaço é notado, óbvio. Aqui, as pessoas querem saber de você, na maioria das vezes no bom sentido, torcendo para que tudo dê certo. São as comadres, sim, elas existem. 


Este entre outros, de fato, foi o diferencial que encontrei quando saí daquela Babilônia, aquele amontado de gente, com aquela gente bacana e quase nunca sincera com quem sempre esbarro pelas coordenadorias por onde trabalhei no Rio. 


Aliado à desgraça de viver meus percalços  na "cidade DESmaravilhosa", repleta de bandidos protegidos por um decreto legislativo nas mãos de um pulha que tem outorgado para si o cargo de deputado federal, Alessandro Molon fez exigir que a polícia não entrasse nas comunidades para prender vagabundo ou executar suas funções. Como consequência  disso, ontem, em TODA a Zona Oeste, local de minha infância e juventude carioca, houve toque de recolher porque a bandidagem está solta. Dada a ordem, estes pobrezinhos, as vítimas da sociedade, que matam e barbarizam, não podem ficar presos amontoados porque, afinal, vão pegar Covid, e isso não é humano.


Chego ao Consultório do meu dentista, para uma cirurgia, coisa que não é nada agradável para esta corajosa que vos fala – calafrios diante um jaleco branco? Sim, temos! Ali, na minha frente, a TV lixo, a Ana Maria "Brega" e a mãe do Paulo Gustavo falando da importância do uso constante da máscara em todos os lugares.