O APOCALIPSE JÁ COMEÇOU?

Parte final

Por CARLOS LEITE DA SILVA 31/10/2021 - 20:53 hs

Mensagem às gerações posteriores à consumação das principais profecias

 

Como nota final deste Preâmbulo, do livro “Apocalipse – Tua Fé Te Salvará”, àqueles entre vocês que estejam lendo estas páginas no futuro, já após transcorrido todo o amargo percurso do cumprimento das profecias bíblicas, e que estejam revendo este testemunho vivo do ponto de vista de alguém que está prestes a entrar nesse vórtice tenebroso dos tempos da humanidade submetida aos agentes das trevas globalistas, eu digo: bem-vindos, irmãos de um futuro finalmente livre, e saibam como é possível, até relativamente fácil, enganar-se a humanidade inteira, transformando-a em um único rebanho passivo e inerte. Para isso, basta que vocês abandonem o princípio de que a soberania suprema pertence ao nosso Pai divino, o Deus vivo de Jesus, Abraão, Isaque e Jacó. Porque, na verdade, para os olhos que veem e os ouvidos que ouvem, o que está acontecendo é uma batalha espiritual.

 

Nunca mais voltem a cometer esse erro, que para vocês se tornou passado e uma página crucial da Grande História e para nós ainda é o futuro tenebroso, mas prenhe de esperança, que se avizinha a passos largos. Após absorvidas todas as dolorosas lições, sempre, em todas as eras, entreguem toda a soberania a Deus, sigam com fé o Caminho, a Verdade e a Vida, que é Jesus Cristo, e saibam que essa será a única maneira de não serem derrotados pelo mal, esse limiar avassalador a que nós seremos expostos de forma quase integral.

 

O que nos sustenta anímica e espiritualmente em todo o mergulho no caos e inversão de valores que estamos atravessando são as profecias com a promessa da vitória de Deus e sua causa divina, cuja culminação vocês, essa geração futura que agora lê este depoimento, já conhecem. Saibam que o desastre global está ocorrendo neste momento porque a civilização ocidental perdeu de vista o paradigma judaico-cristão que a havia erguido ao pináculo da História como a civilização mais avançada sobre a Terra. Nesse processo de começar a relegar Deus para segundo plano, deixando de considerá-Lo o soberano supremo de todo o universo, a humanidade decidiu confiar nos seus próprios princípios secularistas humanistas como sendo bons o suficiente, por si mesmos, para garantir a paz global e um relacionamento harmonioso entre os homens e as nações.

 

Essa teoria e experimentação veio a se revelar um engodo e um desastre. Jamais a humanidade conheceu mortandades tão avassaladoras quanto no século 20 – e, tragicamente, o mesmo sucederá agora no século 21, caso as profecias se confirmem em breve, como tudo parece indiciar.

 

Sem o norteamento da soberania de Deus, o homem imaturo, em nome dos valores secularistas humanistas, começou a considerar digno e respeitável todo e qualquer paradigma civilizacional. Pela imposição mentirosa do politicamente correto, as pessoas foram induzidas a acreditar que era prejudicial – e até mesmo criminoso – olhar as realidades da vida sob as perspectivas de superioridade e inferioridade. A perversão cultural começou a impor à humanidade o princípio decadente de que tudo é relativo, de que não há verdades absolutas, de que tudo tem valor igual. A partir desse ponto, derivando desse processo de desconstrução do real, estabeleceu-se a crença de que não haveria realmente bem e mal de modo absoluto e demarcado. Nessa suposta abertura, que a humanidade acreditava ser o caminho correto, paulatinamente as civilizações mais primitivas começaram a arrebanhar espaço e terreno. Tudo na civilização, em nome dessa igualdade artificial e arbitrariamente imposta, começou a ruir. O resultado disso foi o nivelamento igualitário pelo inferior, incidindo em todas as áreas da atividade humana: cultura, arte, costumes, moralidade, tudo desabou fragorosamente. Em vez da tradicional busca do Bom, Belo e Verdadeiro, se entronizou como desejável elevar ao mesmo nível o mal, o feio e a inverdade.

 

A partir desse patamar, tornou-se possível convencer milhões de seres humanos de que todo ato ditatorial para calar as vozes dissidentes a esse padrão global politicamente correto seria benéfico para a humanidade.

 

A nota final da inversão de valores foi então entronizada.

 

Sem Deus, sem os valores divinos naturais, durante alguns anos a civilização realmente ruiu.

 

Vocês, que nos olham do futuro, já resguardados sob a entrega de toda soberania a Deus, não deixem que o erro desta era se repita, que jamais o secularismo-humanista-ateísta volte a ser o tirano que iludiu a humanidade com as doces promessas da falsa liberdade.

 

Deus vult!

 

 

Estamos vivendo a abertura do Primeiro Selo do Apocalipse?

 

E agora, que estamos terminando o Preâmbulo e prestes a entrar no livro propriamente dito, veja a imagem da abertura do Primeiro Selo do Apocalipse:

 

Vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos e ouvi um dos quatro seres viventes dizendo, como se fosse voz de trovão: Vem!

Vi, então, e eis um cavalo branco e o seu cavaleiro com um arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo e para vencer. (Apocalipse, 6:1,2)

 

Corona significa “coroa”.

 

Esse cavaleiro não é representação do Filho de Deus, como alguns erroneamente imaginam. É, sim, uma entidade maléfica avançando contra o mundo. O seu cavalo, por ser branco, engana os observadores com uma imagem pacífica, até mesmo de aparente pureza. Pode bem ser simbólico da imagem tranquilizadora daqueles que se apresentam como salvadores – essas lideranças do Partido Comunista Chinês e elites globalistas de que falamos antes – à humanidade apavorada e ansiosa por quem lhe traga soluções urgentes. A brancura do cavalo pode simbolizar a cor alva daquele que se exibe com a veste dos obreiros da saúde, alguém posando como servidor benéfico, aquele que traz a cura contra a suposta ameaça sanitária global do Corona Vírus, e outras pragas mais que possivelmente ainda serão soltas no mundo. Esse cavaleiro mostra-se como ilusoriamente pacífico, pois não traz armas, mas apenas um arco. O que ele vai fazer com um arco se não tem uma flecha para disparar? Parece uma arma desenquadrada, como que uma ameaça velada, não ostensiva senão para os atentos. Talvez sirva para projetar por todo lado uma flecha mórbida que é invisível: a coroa – o Corona – que lhe foi dada. E, com ela, ele partiu para vencer, para submeter a humanidade a um condicionamento totalitário, roubando-lhe a liberdade com a justificativa de estar estabelecendo uma solução para o bem de todos.

 

Estaremos na antecâmara da Grande Tribulação?

Estará sendo aberto o Primeiro Selo do Apocalipse?

 

 


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Tudo indica que estamos na iminência de vermos as principais profecias bíblicas acontecerem, muito provavelmente durante a primeira metade do corrente século, e mesmo possivelmente até a data programada para a implementação da Agenda 2030 da ONU.