A HISTERIA MIDIÁTICA NAS FILEIRAS LULOPETISTAS

Hordas de militantes e seus acólitos na mídia estão partindo agora para a radicalização total

Por LUIZ MARCELO BERGER 17/05/2022 - 17:25 hs

O que está acontecendo na vida política do país transcende a mera disputa entre correntes antagônicas.

 

O que está em curso, de fato, é  um momento histórico sem paralelo por conta do processo irreversível de decadência dos métodos e práticas de manipulação midiática que já não conseguem mais manter a escravidão mental das pessoas.

 

Os sinais são evidentes, mesmo contando com o apoio explícito de setores organizados inteiros da sociedade civil militando abertamente a favor da agenda de controle estatal patrocinada por organizações de extrema esquerda, como entretenimento, educação e mídia.

 

Sem contar  também  com benesses explícitas  da justiça, responsável direta por  decisões  questionáveis e muitas vezes flagrantemente alinhadas com os interesses dos grupos esquerdistas que quase destruiram a governança e a economia do pais por conta da corrupção desenfreada que patrocinaram.

 

Mas a represa ideológica do controle da informação está rachando. O choro e ranger de dentes de muitos "opinadores midiáticos" e de grande parte do "mecanismo estatal" revela apenas o desespero de quem perdeu o controle da linguagem e da narrativa.

 

Portanto, o controle do discurso político deixou de ser monopólio de um determinado grupo. Daí,  as ações desesperadas de censura, ataques à lingua portuguesa  e perseguição a qualquer um que ouse discordar do discurso cultural dominante.

 

Ocorre que nem mais estes expedientes ditatoriais estão surtindo os efeitos desejados. Não adianta mais tentar emplacar rótulos pueris nas pessoas, tática notória usada pelas legiões de extrema esquerda para calar seus inimigos.

 

A mídia majoritária militante usando das mesmas técnicas utilizadas com sucesso por anos a fio está agora desconcertada, pois não consegue mais manipular impunemente com a mente das pessoas empurrando  valores e crenças que sustentem suas mentiras.

 

Isto explica a radicalização do candidato despresidiário, pois este sabe, assim como todo o seu entourage, que não pode sair mais nas ruas.

 

Para vencer o pleito deste ano precisa de ajuda externa, como pesquisas altamente questionáveis e um sistema de apuração de votos comprovadamente inseguro e passível de fraudes.

 

As ruas, por sua vez, já se decidiram contra o petista demiurgo de garanhuns. A histeria midiática nas fileiras lulopetistas com a percepção  da inevitável  derrota do descondenado é o sintoma final do golpe de morte em seu projeto nefasto de poder.

 

Mesmo décadas de doutrinação e lavagem cerebral, especialmente no sistema de ensino, que tiveram como resultado a destruição completa da capacidade de reflexão têm sido insuficientes para reverter esta tendência, impensável poucos anos atrás.

 

Exatamente por perceber que as ruas já não lhe escutam, hordas de militantes e seus acólitos  na mídia  estão partindo agora para a radicalização total, por todos os meios à sua disposição.

 

As eleições de 2022 são o plebiscito definitivo sobre qual futuro cada um quer para si e para sua família. Não haverá nova chance. Permitir que as milícias de extrema esquerda, sob comando do criminoso descondenado  retornem ao poder significa o fim do país como o conhecemos.

 

Se a catástrofe venezuelana ainda não foi suficiente para convencer disso, talvez a tragédia ora em curso na Argentina ajude a eliminar qualquer dúvida sobre o futuro que se vislumbra nas mãos destes representantes daquilo que há de mais repugnante e destrutivo surgido até hoje na história da humanidade.