ABORTO

A insanidade em ignorar as consequências de suas próprias escolhas

Por HARLEY WANZELLER 16/08/2020 - 22:41 hs

Choramos pelos anjos do mundo, cada vez mais ameaçados por uma política abortista que, ao que parece, não dá sinais mínimos de recuo.

Precisamos “chover no molhado” afirmando que os defensores do aborto não tem o mínimo apreço a vida ou pouco sabem a respeito do mal que estão provocando. 

“Meu corpo, minhas regras”? 

Não há frase mais egoísta e insana do que esta. Claro que o livre arbítrio concede ao ser humano a possibilidade de escolha, inclusive sobre sua própria vida. A insanidade incide justamente em ignorar as consequências de suas próprias escolhas, ou mesmo tomar para si decisões que afrontem a liberdade alheia.

E aí está o ponto: quem pode decidir sobre a vida alheia? 

Sim! 

Parece loucura precisar esclarecer que a vida do bebê em formação não se confunde com a da mãe. E que tirar-lhe a possibilidade de lutar pela vida é puro assassínio. Mas ao que tudo indica, estamos em um mundo de loucos mesmo. 

Qualquer um que fuja a este fato terá que enfrentar suas próprias frases feitas, pois se a vítima no ventre da mãe pudesse falar, certamente jogaria na cara dos assassinos a equivocada frase “meu corpo, minhas regras”, só para provocar-lhes reflexão.

A covardia, ignorância e falta de humanidade por trás desta sentença nos mostra que “Era das Guilhotinas” era muito menos desumana do que a mundo  politicamente correto de hoje. 

Abortistas? Negativo. Assassinos de bebês! Acostumem-se a serem chamados tal como são. 

Gostem ou não. 

E ponto final! 


O Estado, a Eugenia e o Aborto | Notícias Viriato



*Wanzeller,Harley. Janelas da Alma: Os Escritos de Um Poeta Politicamente Incorreto. 1a edição - Rio de Janeiro, RJ. Drago Editorial, 2018. p. 14-15.