EM COMBATE

Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.

Por ÉRIKA FIGUEIREDO 17/05/2021 - 21:02 hs

Assisti ontem ao filme Posto de Combate, cujo título original é THE OUTPOST. A trama se passa no Afeganistão, em um posto de combate montado pelos americanos, situado em um vale facilmente atacável pelo inimigo. Em virtude de uma série de decisões equivocadas de comandantes do posto, e de sua vulnerabilidade perante os afegãos, os soldados são vítimas de uma terrível emboscada, que leva à morte de muitos.

            Pus-me a pensar sobre uma série de circunstâncias, as quais poderiam ser evitadas, sob a égide de lideranças adequadas. Afinal, se tomamos cerca de 35 mil decisões por dia, as quais devem, no mínimo, dobrar, caso se exerça um cargo de comando, é importantíssimo que um líder saiba como agir em cada situação, e qual será o preço de suas escolhas.

            Nunca fui de falar de política, ou de defender pessoas em exercício de cargos públicos. Tentei passar ao largo do tema durante décadas, e mantive-me firme nesse propósito, até o advento do episódio da facada, de que foi vítima Jair Messias Bolsonaro. Até aquele momento, eu defendia a eleição deste homem à Presidência da República, em círculos íntimos. A partir dali, assumi a defesa pública de sua candidatura, e comemorei, com muita emoção e esperança em um Brasil melhor, a sua posse.

            Bolsonaro demonstrou honra, coragem e fé durante seu restabelecimento. Até hoje, não foram desvendadas as circunstâncias em que o crime foi cometido, e por que Adelio Bispo dos Santos o teria esfaqueado. Em plena campanha, em uma aparição pública em Juiz de Fora, Bolsonaro quase foi cruelmente assassinado, por um sujeito inexpressivo que, evidentemente, estava a mando de outra pessoa, cuja identidade até hoje não foi desvendada.

            Se, em combate, a postura de um líder é fundamental, digo que, em situações adversas como esta, a atitude demonstra o caráter e a personalidade de um dirigente, e se este está apto ao exercício da sua função. E nosso Presidente demonstrou ser um homem vocacionado para o exercício da missão que Deus lhe destinou.

Tendo sido  submetido a várias cirurgias invasisas em decorrência da facada recebida, desde a sua posse, passando por todos os desconfortos e dores possíveis, tendo portado uma bolsa externa de colostomia por quase um ano, Bolsonaro nunca deixou de exercer seu encargo, e governar o país. Realizava os procedimentos cirúrgicos em finais de semana, para já na segunda-feira, estar de volta. Despachava do hospital, era incansável. Possuia total consciência de que o Brasil precisava dele, e esteve sempre ali, comprometido com sua tarefa.

Respeitando a democracia e a liberdade, ele vem lutando contra todas as adversidades impostas pela pandemia, e pelo circo em que esta transformou o país, cujas decisões foram entregues, em assuntos relacionados à covid, pelo STF, a governadores e prefeitos, os quais vem restringindo direitos fundamentais dos cidadãos, com os mais variados interesses em jogo.

Indiferente às críticas de opositores, ele marcha rumo aos anseios do povo, que durante o período em que a esquerda quase nos transformou em Venezuela, foi desprezado e oprimido pelo discurso falso e tendencioso de governantes que saqueavam os cofres públicos, sob as vistas da Nação.

            Governar sem importar-se com uma possível impopularidade é para poucos. Governar com convicções e tratando de assuntos delicados e melindrosos, como religião e família, expondo publicamente as próprias entranhas, é atitude nobre e altiva de quem não tem nada a temer.

            Em combate, sob artilharia pesada, manter-se firme e forte na fé e nas opiniões defendidas, é raro. É nos momentos de crise, que a alma de um líder vocacionada para a tarefa se revela. Nosso Presidente é um desses. Temos visto vários dirigentes tombarem sob o peso do cargo, ou mesmo pensarem em interesses próprios e escusos, contrariando os anseios da população.

            A França vive atualmente, em decorrência de posturas equivocadas de seus governantes, sério risco de Guerra Civil. As políticas imigratórias levaram o país a uma situação limite em que os imigrantes islâmicos voltaram-se contra os franceses, já tendo ocorrido, desde a década de oitenta do século passado, mais de 700 ataques terroristas em solo francês, todos com autoria reivindicada por extremistas islâmicos.

            Por aqui, por meio de uma hegemonia de políticos corruptos e marxistas, vimos o país afundar em um mar de lama e gastos públicos que quase nos levou a um ponto sem retorno. A tarefa de moralização é árdua e inglória. Lutamos contra pessoas em cargos chave, nos três Poderes, que não desejam a mudança, pois muito lucraram com a roubalheira que por aqui se instalou.

            Temos muitas semelhanças com a Itália, e uma destas, infelizmente, é o fato de os rumos da Operação Lava Jato, terem sido os mesmos da Operação Mãos Limpas, ocorrida na década de 90, naquele país, que foi alvo de decisões de tribunais superiores, que esvaziaram as punições de primeiro grau, e de leis aprovadas às pressas pelo Legislativo, diminuindo o impacto das condenações e o alcance das leis.

            Na Itália, a consequência da anulação das condenações dos corruptos, políticos e juízes envolvidos com a máfia e um esquema de propina bilionário, foi o aumento da corrupção e da impunidade, face à sensação generalizada de que o crime compensa.           Entre nós, a anulação das condenações e a libertação dos criminosos, só faz com que se amplie a revolta do cidadão de bem, que luta para sobreviver, pagar suas contas e impostos honestamente, e vê a corrupção assolar o país, minando recursos e levando sua suada contribuição para os bolsos dos corruptos.

            Estamos em guerra. Uma guerra espiritual, do bem contra o mal, do bom contra o mau, do honesto contra o desonesto. E é por isso que precisamos saber quem nos lidera. Porque, mais importante do que a própria guerra, é saber quem forma conosco nas trincheiras. Isso nos dará a possibilidade de vitória.

            Acredito na liderança de nosso Presidente. Esse homem é tão cruelmente atacado pela mídia, tão exposto por aqueles cujos interesses contraria, tão vilipendiado por suas convicções e por sua fé, que bastaria isso para que eu o apoiasse. Afinal, luto contra a injustiça, e percebo nele uma firmeza de propósitos.

            Seria muito confortável, para mim, assumir uma postura neutra, não me expor, não angariar inimizades com meu pensamento conservador e minhas opiniões. Sou funcionária pública, possuo vitaliciedade, sou Promotora de Justiça há 24 anos. Entretanto, vivo pela minha verdade. Defendo minhas convicções.




O Brasil é a maior potência mundial, em termos de recursos naturais e insumos, capaz de fornecer matéria prima e alimentos para o mundo todo. E um país com essa estatura, precisa ser bem administrado, para não ver toda essa riqueza esvair-se pelo ralo.

Nosso agronegócio segue de vento em popa, exportamos uma gama infindável de alimentos, e não utilizamos nem um terço de nossas terras produtivas. Temos todos os tipos de minério de que o mundo necessita. É preciso confiar em nossa capacidade, fortalecer a autonomia e a autoestima da nação. Temos o homem certo para nos ajudar. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.

           

     ÉRIKA FIGUEIREDO