A SENZALA IDEOLÓGICA

Sobre a manipulação pela ideologia do fracasso e do totalitarismo


  A SENZALA IDEOLÓGICA
AQUILES ARMENDARIZ, O JURISTA DO APOCALIPSE

 

Vidas negras importam? Toda vida importa. Até a vida animal e vegetal importa, que dirá a vida humana. Mas a vida importa do mesmo modo para negros, brancos, orientais, homens, mulheres ou crianças. Quando se cria um slogan sectarista como esse, para além de se afirmar o valor da vida dos negros, você pode dar a interpretar que umas vidas valem mais do que as outras. A seguir é muito natural que slogans tidos como tão simpáticos e politicamente corretos estimulem pessoas a vandalizar prédios comerciais, saquear lojas ou agredir e matar pessoas brancas e até policiais negros indistintamente pelas ruas. O famoso discurso do ódio, tão usado pela agenda da esquerda e seus asseclas que pretendem caçar os que pensam em contrário, vem embutido na frase bonitinha. É o chamado ódio do bem.

Na origem deste negócio todo temos mesmo é a apropriação dos negros pela esquerda, seduzidos pelos discursos contra a exclusão social e o racismo – que existe e deve ser fortemente reprimido -, mas usados como gado pelos caciques do lado errado.


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Se os negros fossem tão importantes para a esquerda teríamos muito mais negros líderes políticos de esquerda, o que é absoluta raridade no país e mundo esquizofrênicos em que vivemos.

Bonito é que se criam cotas para negros na universidade e em concursos e cargos públicos, mesmo que isso implique na exclusão de brancos, orientais e outros descendentes das mais variadas origens, e igualmente na exclusão de jovens que para seu azar não são negros, mas apenas pobres que lutaram demais para estudar e fazer um concurso e tem que ceder o lugar em nome da tal dívida histórica que não é sua. Dívida histórica, aliás, que está por toda a parte do mundo desde os primórdios da humanidade, que podia ser reclamada pelos judeus no Iraque e no Egito, pelos povos eslavos (o nome já diz tudo) na Turquia ou por africanos indistintamente em relação a outros africanos. Pelo jeito só o que haveria no mundo seriam devedores e credores.

Não temos visto, aliás, os que se utilizam do discurso do ódio racial tomarem medidas, mesmo em 30 anos de poder, para incluir negros e pobres em um ensino fundamental de excelência, a primeira providência que já resolveria muitas coisas. Eles sim são os verdadeiros racistas e fascistas, tratando os negros como inferiores e incapazes de conquistar seu próprio progresso. A propalada dívida histórica, ou mesmo a ausência de negros em posições sociais mais destacadas, poderia e deveria ser resolvida de outro modo, afirmando os negros como capazes de conquistas e não como seres inferiores que devem ser tratados com miçangas e pedaços de pão estatais. Aí sim teríamos verdadeiras ações afirmativas.


Manter os negros na falta de educação desde a primeira infância e envenenar suas mentes com ódio racial, no Brasil e no mundo, tem apenas uma finalidade: seguir um novo modelo de escravidão, desta vez mental, que os encarcera nos fundões dos navios negreiros e senzalas ideológicas da ignorância, dos maus sentimentos, da violência real, verbal e de pensamento e que servem unicamente à manipulação pela ideologia do fracasso e do totalitarismo, jamais a uma verdadeira afirmação dos negros.

A propósito, o maior dos negros, o Pastor Martin Luther King, perdeu a vida, ciente de que isso ocorreria, afirmando nas suas brilhantes orações os negros como capazes de conquistar tudo o que é seu por direito, sem ódio, ressentimento ou violência, mas através da paz e pelo amor. Diria o velho Martin que pretendia ver crianças negras e brancas andando de mãos dadas pelas ruas da América. Os caros irmãos negros precisam ler mais Luther King, um republicano, do que os panfletos de uma canalha pretensiosa que os escraviza e usa como animais.

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