Consenso de Genebra

Aliança internacional Pró- vida, contra o aborto

23/10/2020 - 11:14 hs

Bahrein, Bielo-Rússia, Benin, Brasil, Burkina Faso, Camarões, Congo, República Democrática do Congo, Djibuti, Egito, Suazilândia, Gâmbia, Haiti, Hungria, Indonésia, Iraque, Quênia, Kuwait, Líbia, Nauru, Níger, Omã, Paquistão, Polônia, Arábia Saudita, Senegal, Sudão do Sul, Sudão, Uganda, Emirados Árabes, Estados Unidos e Zâmbia se unem em um protocolo de intenções contra agenda abortista de ativistas internacionais.

O protocolo já vinha sendo costurado pelo governo norte americano e assumiu visibilidade após o Conselho de Direitos Humanos da ONU considerar o acesso ao aborto um direito universal. 

Segundo Mike Pompeo, Secretário de Estado dos EUA:

“A Declaração do Consenso de Genebra tem como objetivo promover a saúde da mulher, defender o nascituro e reiterar a grande importância da família”.


Embora um posicionamento claro dos Presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump em favor da vida e contra a interferência da ONU em questões éticas inerentes a cada nação, o "Consenso de Genebra" - como o compromisso foi chamado- acabou sendo interpretado pelos ativistas pro- aborto, como uma  uma guinada ultraconservadora desses governos no mundo.

Já, no Congresso Nacional, os líderes do Psol, Sâmia Bomfim (SP), e do PT na Câmara, Enio Verri (PR), apresentaram um requerimento para convocar o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para prestar esclarecimentos sobre uma aliança com os Estados Unidos.

 O pedido deve ser submetido à apreciação em Plenário e exige voto da maioria para que a convocação do chanceler seja efetivada.