A PRAGA

AQUILES ARMENDARIZ - O Jurista do Apocalipse


Desde a criação do mundo, os homens tem penado com a existência de toda sorte de desastres, pragas e pestes. Em priscas eras houve o dilúvio, que liquidou com quase toda a humanidade. Este, todavia, fora enviado por Deus. No Egito, Moisés lançou sobre a teimosia de Ramsés as 7 pragas do Egito, aqui também com a direta intervenção divina. Na idade média a chamada peste negra devassou o continente europeu. Doenças contagiosas liquidaram com 2/3 da população de ameríndios. Mais recentemente vírus como o ebola e a AIDS aterrorizaram o mundo e nos dias atuais estamos diante do COVID 19, que recebe o tratamento de pandemia.

Pois bem! Os registros históricos, porém, muitas vezes manipulados por professores de história de imparcialidade ideológica no mínimo duvidosa, tem ocultado das gerações mais novas outra praga, das maiores da humanidade: o marxismo e sua família com os nomes que tiverem – comunismo, socialismo e outros.

Na finada União Soviética, onde o regime de Stalin liquidou os homens, fazendo deles manadas de escravos a alimentar e dar conforto a uma elite dita socialista, foram cerca de 20 milhões de mortos. Uma boa parte deles eliminados pela fumaça da pólvora, mas outros tantos, famílias inteiras, com mulheres e crianças, pela fome nos interiores das “repúblicas” ajuntadas sob a foice e o martelo.

Mais adiante, na China comunista, sob a batuta de Mao Tsé Tung, talvez o maior carniceiro da história da humanidade, o anticristo em pessoa, cerca de 65 milhões de pessoas foram mortas igualmente por execuções autorizadas e permitidas pelo governo “popular” ou pela fome igualmente sustentada pela mesma elite dita socialista.

Nada foi diferente nos países do leste europeu na época da cortina de ferro, bem como no Vietnam, Camboja e Coréia do Norte e ainda na África, onde foram exterminadas cerca de 8 milhões de pessoas.

Também não se deve esquecer que as ditaduras comunistas destruíram países belíssimos, com povos alegres e de culturas riquíssimas como Cuba e Venezuela. Depois

quase acabaram com o nosso Brasil e recentemente destruíram a Argentina, que no século passado era um país rico econômica e culturalmente e hoje é um abrigo de mendigos.

Curioso é que os socialistas de hoje, seja no Brasil, seja nos Estados Unidos, onde também estão instalados, seja na mãe Paris – onde nasceram no século XVIII pós Napoleão -, sempre que se referem a este sistema assassino e miserável associam-no à democracia. Ainda têm a petulância de rotular de ditatoriais todos que lhes fazem oposição.

É uma lástima, inclusive, que a América Latina e em especial alguns Estados brasileiros tenham tanta tolerância e até mesmo simpatia com esta praga destruidora.

Que saibam os jovens manipulados pelas escolas, universidades, televisão e o que chamam de arte: Esta praga é inigualável na humanidade! Nem o dilúvio ou a Peste Negra mataram mais. São cerca de 100 milhões de mortos! Vou repetir; 100 MILHÕES DE MORTOS! Como alguém pode querer trazer a praga de volta à sua casa, à sua cozinha e ao seu sofá??? No Brasil, nunca!!!!

             JÚNIOR – O MIMOSO  AQUILES ARMENDARIZ -O JURISTA DO APOCALIPSE