AS “RAZÕES FINAIS” DE TRUMP

Charlie Gerow e os fatos mais relevantes que aconteceram nos Estados unidos em tempo de eleições



Em 2020, as escolhas nunca foram tão importantes. As apostas nunca foram tão altas.

O caso do presidente Trump é claro. Donald Trump construiu a economia mais forte da nossa história, enfraquecida apenas por uma praga mundial e paralisações dela decorrentes. Ele está agora reconstruindo-a com grande sucesso.

O presidente Trump se livrou de acordos comerciais desastrosos que prejudicaram tanto os trabalhadores americanos quanto os consumidores e os substituiu por acordos que colocam a América em primeiro lugar (America First). Ele manteve a nação fora da guerra e promoveu a paz em algumas das áreas mais devastadas pela guerra no mundo.

O histórico do presidente Trump sobre a economia é inigualável. Seus cortes de impostos, juntamente com uma política regulatória mais sensata, criaram mais riqueza para cada americano. A desigualdade social reduziu, as famílias americanas tiveram aumento significativo da renda e o desemprego atingiu os menores níveis da história, especialmente para as “minorias”. O mercado acionário disparou mais de 10.000 pontos.

Apenas as paralisações da pandemia desaceleraram a economia de Trump, mas agora as políticas do presidente estão levando à sua retomada. Os principais indicadores, desde a construção civil até o aumento da confiança dos consumidores, tiveram um crescimento maciço no último trimestre e todos os sinais apontam para um 2021 economicamente forte se o presidente Trump for reeleito.

Donald Trump manteve sua promessa de manter a América fora da guerra. Nenhum presidente em mais de meio século fez isso. Como resultado, houve exponencialmente menos caixões cobertos com a bandeira, algo pelo qual todos rezamos.

O presidente Trump seguiu a lei dos EUA e mudou nossa embaixada de Israel para Jerusalém, algo que as administrações anteriores deliberadamente falharam em fazer. Enquanto a esquerda uivava que isso causaria todos os tipos de problemas no Oriente Médio, ocorreu exatamente o contrário.

 

Depois disso, o presidente Trump intermediou um acordo de paz no Oriente Médio que poucos achavam ser possível. Agora, mais países também estão assinando esse acordo histórico. O presidente foi indicado por outros líderes mundiais para o Prêmio Nobel, algo que não ouvimos falar muito na mídia.

Um estudo recente mostrou que as notícias a respeito de Donald Trump foram 92% negativas.

Joe Biden e seus aliados na mídia têm repetidamente atribuído diretamente ao presidente Trump a culpa de todos os aspectos da Gripe de Wuhan e nossa resposta a ela. Há certamente pessoas que acreditaram nisso

Os fatos contam uma história muito diferente.

No início da pandemia, a Dra. Deborah Birx, uma das cientistas cujas diretrizes somos orientados a seguir, disse para o mundo que se tivéssemos feito as coisas de forma “quase perfeita”, mais de 200.000 pessoas poderiam morrer nos Estados Unidos. Ela acrescentou que seus modelos mostraram que até 2,2 milhões poderiam morrer, dez vezes as mortes que realmente ocorreram. 

A resposta do presidente Trump começou impondo uma proibição de viagem à China, a fonte do vírus. Joe Biden chamou de "xenofobia".

Trump reabasteceu o estoque abandonado de Equipamentos de Proteção Individual do país, abandonado à míngua por Biden e Obama e nós fabricamos em massa respiradores em velocidade recorde, de forma tão bem sucedida que agora há um excedente. Sua administração desenvolveu os testes mais disponíveis e avançados de qualquer nação e acelerou o desenvolvimento de uma vacina. Ele assinou o “CARES Act”, auxílio que provou ser um alívio muito necessário para pequenas empresas e cidadãos.

Duvidar e criticar assistindo “de fora”, “da arquibancada” é fácil. Mas quando Joe Biden estava “em campo”, seus resultados diante do enfrentamento de uma pandemia foram desastrosos, um fracasso miserável. Seu próprio chefe de gabinete admite que "ele (o surto de H1N1) não foi uma das grandes baixas em massa na história americana, por pura sorte. Não teve nada a ver com a gente fazer algo certo. Teve a ver com sorte."

O histórico de Biden na política externa é um fracasso igualmente sombrio. Robert Gates, que serviu como secretário de Defesa na administração de Obama e Biden, disse que simplesmente "(Biden) esteve errado em quase todas as principais questões de política externa e segurança nacional nas últimas quatro décadas". Nada mais precisa ser dito.

Os 47 anos de Joe Biden em cargos públicos o deixam com pouco para mostrar. Agora, até Biden admite que seu infame Projeto de Lei Criminal "foi um erro".

Biden teve mais de 40 anos e não fez nada. Trump teve menos de quatro e fez tanto.

Mas esta eleição é sobre o futuro. Que tipo de América teremos quando a pandemia for uma memória distante? Teremos uma nação de crescimento econômico, um mundo em paz e um povo unido ou estaremos em espiral descendente com políticas socialistas que trazem miséria, desunião e conflitos?

Em última análise, a questão é como vemos a América. Esta é a maior nação da história da civilização e, apesar de suas fraquezas e falhas, um país verdadeiramente excepcional? Ou é um país fundamentalmente falho e maligno, atolado em racismo sistêmico, arrastado pelo capitalismo ganancioso e precisando ser despedaçado e reestruturado?

Para aqueles que acreditam que a América ainda é a "cidade brilhante em uma colina", a escolha é óbvia.

      Charlie Gerow para o Tribuna  Diária