UMA PROFECIA EM QUADRINHOS?

Como o autor, Luciano Cunha poderia prever isso?

10/01/2021 - 12:38 hs

Destro é a primeira hq assumidamente

de direita no Brasil

 

.Uma história em quadrinhos brasileira soa profética agora que o Partido Democrata conseguiu voltar à casa Branca numa eleição em que seu candidato Joe Biden conseguiu a proeza de fazer mortos levantarem de seus túmulos para votarem em vários estados americanos. Numa eleição repleta de fraudes e esquemas obscuros, o esforço escancarado das chamadas “Big Tech”, empresas que dominam as redes sociais mundiais, soa datado para quem já tinha lido as primeiras páginas da hq do autor Luciano Cunha.

A trama do quadrinho Destro, lançado por Cunha no final de novembro de 2019, é uma distopia com tempero brasileiro. João Destro vive numa São Paulo destruída em 2045, pois o mundo inteiro está vivendo finalmente o cenário orwelliano que sempre perseguiu: as cinco maiores empresas de tecnologia do planeta manipularam resultados, big data, pesquisas e redes sociais para promoverem a ideologia esquerdista. Eles queriam o controle do planeta para se tornarem os verdadeiros donos do mundo. Agora eles são tudo.

A partir da eleição norte-americana de 2020, as maiores redes sociais do planeta impõem deliberadamente esforços e ações anti-conservadoras e anticristãs, arrastando enormes contingentes populacionais para sua agenda progressista e globalista.


O mundo todo parece se curvar ao poder da esquerda e praticamente todos os eleitores e simpatizantes de direita são massacrados por governos eleitos de forma fraudulenta e obscura.

Com 85% de governos de esquerda, patrocinados pelo dinheiro chinês e pelas Big Techs, o mundo se torna um enorme Venezuela. A fome, miséria e opressão venceram.

 

João Destro vive à margem da lei, perseguido pelos agentes do Estado, enquanto procura nas ruínas os últimos registros de autores de direita. Seu sonho é reproduzir aquela literatura libertária em larga escala, de volta nas redes. Perito na arte da sobrevivência, ele enfrenta o verdadeiro Leviatã: a ditadura digital globalizada.