Professor de direito defende genocídio de seu próprio povo

Professores da UFRN pregam o fuzilamento de 124 milhões de brasileiros

Por Sileno 04/02/2020 - 14:21 hs

 

Um professor de direito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, postou, com seu perfil de rede social, uma mensagem de ódio e incitação à violência desmesuradas, dirigidas a exatos 57 milhões, 796 mil, 986 brasileiros, simplesmente por terem votado em Jair Bolsonaro para presidente.

Segundo o causídico - que alega ter havido um “golpe” de estado em 2016 e consequente fraude eleitoral em 2018 – 57%, a notória maioria dos eleitores do país e inclui-se aqui, parcela de pelos menos 62% da população brasileira – pelos índices de aprovação do governo – o que representa mais ou menos 124 milhões de pessoas, deveriam ser fuzilados por traição.

Escreveu o professor e advogado ao colega Francisco Wellington Duarte, também docente da UFRN :

"Sinceramente, camarada, creio-nos como inimigos da Pátria Brasileira e tenho a absoluta certeza de que em uma revolução popular vitoriosa esse tipo de gente, inimiga do Brasil, deveria ser fuzilada! Viva a Revolução! Viva a Pátria Brasileira!".



Um caso emblemático que ganhou notoriedade, dada a repercussão na grande mídia, foi o do professor Rodrigo Jungmann, que vem enfrentando boicotes, sabotagens e vandalismo desde 2016.



A matéria, cujo print original foi publicado pela Gazeta doPovo, demonstra os sintomas claros de um comportamento violento e patológico, sistematicamente denunciado por professores liberais e conservadores que formaram o grupo de apoio e resistência, chamado Docentes Pela Liberdade, disponibilizando apoio jurídico e psicológico para as vítimas  deste atos de intolerância e terrorismo nas universidades.