NA REPÚBLICA DE TOGA...

Juiz desautoriza prefeito e exige que se retire a Ivermectina do protocolo de tratamento do COVID, na cidade de Natal

08/05/2021 - 09:21 hs

“O ato administrativo pode evidenciar que o ente público está a adotar e incorporar, como regra, sem base em evidência científica, um tratamento oficial para a Covid-19, e que pode confundir ou gerar expectativas que resultem frustrantes nas pessoas. Também pode sugerir que médicos possam se sentir induzidos, ou mesmo obrigados, a receitar a Ivermectina, mesmo que entendam que pode não ser eficaz ou benéfico ao paciente, com a possibilidade consequências à saúde do paciente”...

Justifica em sua decisão, o juiz Cícero Macedo ao  determinar que a orientação de uso da Ivermectina seja retirada do protocolo de atendimento a pacientes com Covid-19, contrariando orientação do prefeito da capital, Álvaro Dias, que é médico.

Em nossa matéria:

A CURA PELA VERDADE

Testes comprovam que Ivermectina e Hidroxicloroquina salvam vidas, mostra o Procurador de Justiça do Ministério Público de São Paulo

O Procurador de Justiça do MP de São Paulo, Carlos Eduardo Fonseca da Matta, afirma com todas as letras que:

“Medidas tomadas por membros do Ministério Público e da Justiça para cercear a conduta de médicos, prefeitos, que de um lado prescrevem e de outro disponibilizam tratamento precoce, consistente em potentes antivirais (além de fármacos que ajudam o sistema imunológico) em plena pandemia grave viral, é conduta que revela a mais absoluta ignorância de medicina e ciência, de embrulhar o estômago, de revoltar pessoas que possuam um mínimo de bom senso e capacidade de pesquisa e reflexão.”

E para fundamentar suas observações, apresentou ao Tribuna Diária, as meta análises 48 estudos (existem muitos mais...) apontando que:

“100% dos 48 estudos até o momento relatam efeitos positivos (23 estatisticamente significativos de forma isolada).

 

A meta-análise de efeitos aleatórios para tratamento precoce e efeitos combinados mostra uma redução de 79%, RR 0,21 [0,10-0,44], e o *uso profilático mostra melhora de 89%*, RR 0,11 [0,06-0,23].

*Os resultados de mortalidade mostram mortalidade* 76% menor, RR 0,24 [0,14-0,42] para todos os momentos de tratamento (de precoce a tardio) e *84% menor, RR 0,16 [0,04-0,63] para tratamento precoce*.

A probabilidade de um tratamento ineficaz gerar resultados tão positivos quanto os 48 estudos até o momento é estimada em 1 em 281 trilhões (p = 0,000000000000004).”

É o que o Procurador chamou de:

Coisa absurda, grotesca, que mostra-se extremamente nociva, deletéria à população, ceifando-lhe o direito fundamental à vida. E que também constitui clara violação à expressa regra constitucional do direito a *atendimento integral, com prioridade para ações preventivas”.

Parece que a Constituição virou mesmo, um livro qualquer - na prateleira - que pode ou não, ser consultado conforme a conveniência das autoridades...