VACINAS CONTRA COVID-19

o Tsunami Imunológico Avança Implacável Sobre as Grávidas Brasileiras


O Desconhecimento e a Pressa em Vacinar Podem Matar Nossas Crianças e Grávidas

Gravidez é coisa séria.  “Preparar” adequadamente um novo ser humano não é fácil. Demanda, da mãe, nutrição e condições metabólicas adequadas, equilíbrio hormonal dinâmico e principalmente um sistema imunológico que saiba conviver com as “diferenças” – sim, porque um embrião (futuro bebê) apresenta um conjunto de células com informações genéticas desconhecidas para a mãe, que poderia encará-las como “estranhas” e rejeitá-las, desencadeando o fim da gravidez. Isso efetivamente ocorre entre 10 a 20% das gestações, que terminam em aborto espontâneo.

Vivemos tempos inseguros devido a COVID-19. Grávidas, como o resto da população, estão sujeitas a apresentar a doença. Alguns trabalhos científicos sugerem que gestantes com COVID-19, sintomáticas, estão sob risco de doença mais grave comparadas com as mulheres não grávidas1. Embora o risco para doença grave seja baixo em gestantes, alguns dados indicam que uma vez com COVID-19, existe um risco maior para complicações como uso de ventilação mecânica, suporte ventilatório e morte comparados com mulheres não grávidas com doença sintomática2. Assim como na população geral, as gestantes com comorbidades como obesidade e diabetes apresentam um risco aumentado para complicações da doença3.

A gravidez em si já traz riscos inerentes potenciais de agravamento da COVID-19, principalmente relacionados à possibilidade de trombose de vasos sanguíneos e sangramentos.  Isso, em teoria, justificaria pensar em recursos que pudessem reduzir esse risco de adoecer. Ao invés de pensarmos em melhorar o terreno biológico, por meio de programas de nutrição, correção de deficiências e tratamento imediato, as vacinas contra COVID-19 são a bola da vez! Bingo!

A “lógica” da proteção das grávidas embasou dois documentos técnicos do Ministério da Saúde do Brasil, a NOTA TÉCNICA № 1/2021-DAPES/SAPS/MS(de 11 de março de 2021) e NOTA TÉCNICA Nº 2/2021-SECOVID/GAB/SECOVID/MS5 (de 6 de julho de 2021).

NOTA TÉCNICA № 1/2021-DAPES/SAPS/MSse baseia em opiniões e posicionamentos de agências, sociedades científicas internacionais e nacionais e publicações em revistas especializadas, incluindo Centers for Disease Control and Prevention (CDC), Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada (SOGC), Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (Reino Unido), The American College of Obstetricians and Gynecologists (EUA),  National Advisory Committee on Immunization. (Canadá),  The PREVENT Working Group (OMS), Advisory Committee on Immunization Practices  (Centers for Disease Control and Prevention (CDC) 2020, Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologistas (ACOG), Society for Maternal-Fetal Medicine (Sociedade de Medicina Materno-Fetal), Food and Drug Administration (EUA), International Federation of Gynecology and Obstetrics (FIGO), Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) e a revista científica JAMA Pediatrics, que apoiam a administração da vacinação contra a COVID-19 nos grupos mencionados, “garantindo” sua segurança, apesar da inexistência de evidências científicas com estudos robustos sobre o tema nesses grupos específicos, bem como da recomendação existente na bula das principais vacinas disponíveis no Brasil de NÃO vacinar gestantes, puérperas, lactantes e inclusive crianças, em razão da inexistência de ensaios clínicos específicos para esses grupos no tocante à segurança.

No item 2.4. do documento em questão4, encontra-se a surpreendente informação:

“As vacinas COVID-19, com diferentes tecnologias atualmente disponíveis no Brasil, ainda não foram testadas em gestantes, puérperas e lactantes, motivo pelo qual não se tem dados e informações definitivas sobre os seus reais efeitos nestas populações específicas. (grifo nosso) Contudo estudos em animais não mostraram teratogenicidade (tudo aquilo que é capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez).”

Não é bem assim... O relatórioda Agência Europeia de Medicamentos (European Medicines Agency – EMA), de 19 de fevereiro de 2021, na sua página 50, relata os achados em ratas, em relação à vacina Comirnaty/Pfizer, que contém tecnologia de RNA mensageiro:

“Os estudos prévios (DART Study 7,8) nos fetos de ratas vacinadas resultaram em:

 - casos de gastrosquise (malformação da parede abdominal deixando as vísceras de fora)

 - Malformações de boca / mandíbula

 - Malformações do arco aórtico direito

 - Malformações das vértebras cervicais

- Costelas supranumerárias ao nível lombar

 

No texto da NOTA TÉCNICA Nº 2/2021-SECOVID/GAB/SECOVID/MS5, a informação sobre a “IN-segurança” da vacinação contra COVID-19 permanece:

“2.4. As vacinas COVID-19 em uso no Brasil não foram avaliadas em estudos de fase 3 em gestantes e puérperas e, portanto, não possuem indicação para uso em bula de maneira indiscriminada, sendo seu uso recomendado apenas após avaliação do risco-benefício. (grifo nosso) Os dados de segurança para uso na gestação provêm sobretudo de estudos em animais, que não demonstraram riscos aumentados de complicação, bem como relatos de uso pós implantação nos diversos países.”

Interessante observar que, em estudo publicado na revista The New England Journal of Medicine (NEJM)9, em abril de 2021, foram avaliados achados preliminares da segurança vacinal em gestantes humanas. Levantaram dados de segurança do VAERS, do sistema “V-Safe After Vaccination Health Checker" e do “V-Safe Pregnancy Registry” entre 14 de dezembro de 2020 a 28 de fevereiro de 2021, somente para aquelas gestantes que receberam vacinas de RNA mensageiro (Pfizer e MODERNA).

O “V-Safe After Vaccination Health Checker” é um sistema novo de vigilância baseado em smartphones, especialmente para a vacinação contra COVID-19.  A adoção é voluntária. O sistema manda SMS com links para pesquisas online a respeito de reações adversas e estado de saúde pós-vacinal. E o acompanhamento vai até 12 meses após a última dose da vacina. Durante a primeira semana após primeira e segunda doses, os participantes são convidados a relatarem sinais locais e sistêmicos e sintomas durante pesquisas diárias, e caracterizá-los como leves, moderados ou acentuados. As pesquisas têm perguntas sobre gravidez. Se a resposta for sim, para gravidez antes ou durante o curso da vacinação, essas mulheres são contatadas por telefone, e se corresponderem a critérios de inclusão, é ofertado a elas adesão ao sistema “V-Safe Pregnancy Registry”.

Das pessoas usando o “V-Safe After Vaccination Health Checker”, 35.691 se identificaram como grávidas. Tentaram contactar 5230 que se identificaram como grávidas, mas somente 3958 aderiram efetivamente ao “V-Safe Pregnancy Registry”. Foram excluídas 1272 mulheres por vários critérios. Das 3958 grávidas, somente 827 efetivamente tiveram a gravidez terminada em 30 de março de 2021 – data definida no estudo, tendo em vista os dois meses e meio de registro.

Agora notemos os dados interessantes: entre as 827 gestantes que tiveram a gestação terminada, houve 115 perdas fetais neste grupo. A conclusão do estudo foi de que o percentual de abortos espontâneos foi de 13,9%, número compatível com o da literatura médica, ou seja, não estavam fora do esperado.  Porém isso foi apenas o que o artigo publicou nas manchetes e conclusões. No entanto, ao analisar mais detalhadamente as tabelas com os dados, percebemos que 700 gestantes receberam a primeira dose da vacina apenas no terceiro trimestre da gravidez, restando 127 gestantes que receberam a primeira dose no primeiro ou segundo trimestres – dessas 127, 104 tiveram perdas fetais. Se analisarmos 104 perdas fetais dentre 127 (104/127), na verdade, neste segmento de grávidas que receberam as vacinas de RNA mensageiro no primeiro e segundo trimestres, o índice de abortamento não foi de 13,9% e sim de 81,8%. Esse é um número inaceitável!

Será que a equipe técnica do Ministério da Saúde, a qual inclui médico ginecologista10, não teve acesso a este documento da Agência Europeia de Medicamentos publicado em fevereiro de 2021, portanto anterior às duas notas técnicas emitidas pelo órgão máximo da Saúde no Brasil?! 

A suspensão da vacinação em grávidas foi recomendada pela Anvisa no dia 11 de maio de 2021 - COMUNICADO GGMON 005/2021 - Vacinas contra a COVID-1911 - após a morte da jovem Promotora de Justiça12, Thais Possati de Souza, 35 anos, grávida de 27 semanas. A gestante morreu em 10 de maio, bem como seu bebê, e o caso ainda está sendo investigado.

"Foi notificada a Anvisa, na última sexta (07 de maio de 2021), pelo próprio fabricante da vacina Oxford/AstraZeneca/Fiocruz, a Fiocruz, a suspeita de evento adverso grave de acidente vascular cerebral hemorrágico com plaquetopenia ocorrido em gestante e óbito fetal" (grifo nosso), informou a Anvisa.11

Segundo a Anvisa, o evento adverso grave de acidente vascular cerebral hemorrágico foi avaliado como possivelmente relacionado ao uso da vacina administrada na gestante".11

"A Anvisa recomendou fortemente ao Ministério da Saúde a suspensão da vacinação de grávidas com a vacina Oxford/AstraZeneca/Fiocruz, como medida de precaução e com base na insuficiência de dados relacionados à segurança de uso por gestantes disponíveis até o moment." 11

O Ministério da Saúde emitiu nota sobre a suspensão da vacinação de grávidas com a vacina AstraZeneca/Oxford em 19 de maio de 2021, a NOTA TÉCNICA Nº 651/2021-CGPNI/DEIDT/SVS/MS13, baseada no Comunicado GGMON 005/2021 da Anvisa11 publicado em 11 de maio de 2021:

“CONCLUSÃO

3.1. Frente a ocorrência de um evento adverso grave pós-vacinação em uma gestante vacinada com a vacina AstraZeneca/Oxford/Fiocruz com possível associação causal com a vacina e em atendimento a uma solicitação da Anvisa, o Programa Nacional de Imunizações orienta a interrupção do uso da vacina COVID-19 AstraZeneca/Oxford/Fiocruz em gestantes e puérperas. Adicionalmente, recomenda-se a interrupção da vacinação das gestantes e puérperas sem outros fatores de risco para COVID-19 (para o detalhamento dos fatores de risco verificar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19). (grifo nosso) Ressalta-se, no entanto, que o perfil de benefício/risco desta vacina é ainda altamente favorável, e deverá continuar a ser utilizada pelos demais grupos. A vacinação das gestantes e puérperas com comorbidades deverá prosseguir com o uso das demais vacinas COVID-19 que não contenham vetor viral (Sinovac/Butantan ou Pfizer/Wyeth) disponíveis no país.13

A NOTA TÉCNICA Nº 2/2021-SECOVID/GAB/SECOVID/MSdo Ministério da Saúde brasileiro, publicada em 6 de julho de 2021, apesar dos dados preocupantes, é contundente em manter a recomendação das vacinas contra a COVID-19 em grávidas:

“3. CONCLUSÃO

3.1. Considerando a avaliação do perfil de risco-benefício da vacinação contra a COVID-19 em gestantes e puérperas até 45 dias do pós-parto, entende-se que neste momento o perfil de risco benefício da vacinação neste grupo seja altamente favorável à vacinação. Desta forma, subsidiado por nova discussão na Câmara Técnica Assessora em Imunizações realizada em 20/06/2021, o PNI atualiza as indicações de vacinação das gestantes e puérperas, recomendando:

a)   Vacinar gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto), a partir de 18 anos, como grupo prioritário independentemente da presença de fatores de risco adicional.

b)   A vacinação das gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto), a partir de 18 anos, deverá ser realizada com as vacinas que não contenham vetor viral (Sinovac/Butantan e Pfizer/Wyeth).(grifo nosso)

c)    A vacinação poderá ser realizada em qualquer trimestre da gestação. (grifo nosso)

d)   A vacinação das gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto), a partir de 18 anos, deverá ser condicionada a uma avaliação individualizada, compartilhada entre a gestante e seu médico, do perfil de risco-benefício, considerando as evidências e incertezas disponíveis até o momento.

e)    A vacinação poderá ser realizada em lactantes que pertençam a algum dos grupos prioritários já elencados, no momento da convocação do respectivo grupo, não sendo necessária a interrupção da lactação, no entanto a lactação em si não será considerada como prioritária para a vacinação.

f)     Para a vacinação das gestantes e puérperas deverá ser exigida prescrição médica.(grifo nosso)

Causa profunda estranheza que a vacinação contra COVID-19 AINDA seja recomendada pelo Ministério da Saúde brasileiro em grávidas com as vacinas CoronaVac (com quantidade não declarada de alumínio, um metal pesado cumulativo sabidamente tóxico para o sistema nervoso central e periférico, ossos e rins) e com a Comirnaty/Pfizer (com tecnologia de RNA mensageiro, NUNCA testada em seres humanos, contendo nanopartículas de lipídeos, incluindo o polietilenoglicol, com grande potencial anafilático, também nunca utilizadas em mulheres grávidas), apesar de todas as evidências de RISCO para as mulheres e seus bebês. E aplicadas com prescrição médica, em qualquer trimestre da gravidez. Ou seja, a responsabilidade ficará para nós, médicos?! É de conhecimento geral que o Governo Brasileiro precisou contratar um seguro internacional milionário para cobrir eventuais eventos adversos das vacinas Comirnaty/Pfizer e Janssen, como condição para que tais indústrias farmacêuticas fornecessem seus produtos ao Brasil, isentando-as da responsabilidade civil por danos causados pelas vacinas.14

Já se conhece que o metal neurotóxico alumínio se apresenta acumulado em cérebros autopsiados de indivíduos portadores de doenças de Alzheimer15, esclerose múltipla15 e autistas16. O Instituto Butantan até o momento não declarou, na bula registrada na Anvisa, a quantidade de alumínio utilizado como adjuvante vacinal na CoronaVac. Há rumores que cláusulas de confidencialidade existentes no contrato firmado pelo Instituto Butantan com a indústria farmacêutica Sinovac, exigiriam garantia de “sigilo industrial” sobre a quantidade de componentes da fórmula da vacina. Então os brasileiros podem ser injetados com produtos experimentais sem que a quantidade de componentes potencialmente tóxicos seja exposta de forma transparente? Os interesses comerciais entre as empresas podem sobrepujar a segurança e a saúde da população brasileira, direito fundamental e indisponível?

É preciso lembrar que o estudo em curso sobre vacinação em grávidas, de fase III, publicado no website brasileiro da Pfizer17 e acessado em 11 de julho de 2021, é claro:

O estudo clínico que irá avaliar a eficácia e a segurança da vacina da Pfizer/BioNTech em gestantes no Brasil, começou em maio/21 (grifo nosso) e contará com a participação de 200 gestantes saudáveis, a partir de 18 anos, distribuídas em quatro centros de estudos pelo país.

Os centros que conduzirão o estudo, serão os responsáveis pela seleção das voluntárias elegíveis. São eles:

·        CEMEC - Centro Multidisciplinar de Estudos Clínicos (São Bernardo do Campo/SP)

·        CMPC Pesquisa Clínica (Sorocaba/SP)

·        Hospital de Clínicas de Porto Alegre (Porto Alegre/RS)

·        Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais (Belo Horizonte/MG)

As gestantes integrarão o ensaio mundial da Fase 2/3, feito com aproximadamente 4 mil mulheres, durante a 24ª e a 34ª semanas de gestação. O estudo avaliará a segurança, a tolerabilidade e a resposta imune de duas doses da vacina, administradas com 21 dias de intervalo. O levantamento também avaliará a segurança nos bebês e a transferência de anticorpos potencialmente protetores da mãe para o filho. Os recém-nascidos serão monitorados até aproximadamente os seis meses de idade.” (grifos nossos)

Como assim?! Estudo de fase III em curso no Brasil, iniciado em maio de 2021 e uma nota técnica do Ministério da Saúde atualizada em julho de 2021 RECOMENDANDO a vacinação das grávidas brasileiras?! Estariam as grávidas brasileiras sendo tratadas como ratas, cobaias sem que saibam da sua condição, sem que conheçam os riscos para sua saúde e de seu bebê em formaçãotampouco concedam sua anuência em participar de um EXPERIMENTO sem a devida assinatura de um termo de consentimento informado livre e esclarecido, conforme determina a RESOLUÇÃO Nº 466, DE 12 DE DEZEMBRO DE 201218,  do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Saúde, que rege a Comissão Nacional de ética em Pesquisa (CONEP)  e o Código de Nuremberg19?!

As bulas das quatro vacinas em uso no Brasil alertam para a falta de estudos para a vacinação em grávidas. Nos ensaios de fase III, nenhum desses produtos experimentais foi testado neste grupo específico. Receberam as categorias B e C de risco, na classificação adotada pelo Food and Drug Administration (FDA, Estados Unidos), em seu documento “Conteúdo e formato de rotulagem de medicamentos de prescrição humana e produtos biológicos; Requisitos para rotulagem de gravidez e lactação (Federal Register / Vol. 73, No. 104 / quinta-feira, 29 de maio de 2008), que enquadra os medicamentos em geral (vacinas são medicamentos imunobiológicos) em cinco categorias.20,21

 

“Categoria B – Vacinas CoronaVac, Comirnaty/Pfizer e Janssen

Medicamentos para os quais os estudos com animais de laboratório não demonstraram risco fetal (mas não existem estudos adequados em humanos) e medicamentos cujos estudos com animais indicaram algum risco, mas que não foram comprovados por estudos adequados e devidamente bem controlados (não existem tais estudos) em mulheres grávidas.

 

Categoria C – Vacina AstraZeneca/Oxford

Medicamentos para os quais os estudos em animais de laboratório revelaram efeitos adversos no fetomas não existem estudos adequados e bem controlados em humanos e medicamentos para os quais não existem estudos disponíveis, mas os benefícios potenciais podem justificar o uso do medicamento em mulheres grávidas, apesar dos riscos potenciais.”

 

Alertamos que a vacina Comirnaty/Pfizer está incorretamente classificada como categoria B, quando deveria constar na categoria C, uma vez que o relatório da Agência Europeia de Medicamentos6 constatou diversas malformações nos fetos de ratas vacinadas.

 

O estudo original da vacina Comirnaty/Pfizer22, “A Phase 1/2/3 Study to Evaluate the Safety, Tolerability, Immunogenicity, and Efficacy of RNA Vaccine Candidates Against COVID-19 in Healthy Individuals”, iniciado em 29 de abril de 2020, incluiu APENAS 15 participantes em cada grupo (13 grupos) da fase I, totalizando 195 pessoas – seriam os resultados de 195 pessoas suficientes para estabelecer a segurança e o numero de doses de uma “vacina” que utiliza uma tecnologia totalmente nova, sem precedentes de uso humano, que será aplicada em milhões de pessoas posteriormente ? Aliás, já está sendo aplicada...

O estudo de fase III da vacina Comirnaty/Pfizer permanece em curso23, recrutando voluntários, registrado no “clinicaltrials.gov” sob a identificação NCT04368728, com previsão de término apenas em 2 de maio de 2023. Isso mesmo: maio de 2023. Estamos em julho de 2021 e a vacina Pfizer está sendo amplamente aplicada em seres humanos, inclusive em grávidas, sem que o estudo de fase III tenha sido finalizado.

De forma mais impressionante, a Pfizer conseguiu o registro definitivo24 para seu produto experimental, o primeiro no Brasil. Licença concedida pela Anvisa em 23 de fevereiro de 2021, baseada apenas e tão-somente em mera análise documental, papéis tão somente.

Curioso observar que o estudo original da vacina Comirnaty/Pfizer22 não incluiu mulheres grávidas ou que estivessem amamentando, nos critérios de inclusão definidos no seu Apêndice 4. Homens e mulheres deveriam preencher exigências sui generis durante e após o período do referido estudo:

a)   homens não poderiam doar esperma, deveriam fazer abstinência sexual durante todo o período do estudo, deveriam aceitar o uso de preservativo durante relações sexuais e ainda concordar com o reforço de algum outro método anticoncepcional por suas parceiras em idade fértil;

b)   mulheres deveriam se comprometer a não engravidar em hipótese alguma e caso tivessem essa possiblidade, que se comprometessem a utilizar um método anticoncepcional por no mínimo 28 dias após a última dose da vacina do estudo – os métodos anticoncepcionais recomendados pela Pfizer incluíram diversos tipos de dispositivos intrauterinos e até mesmo oclusão bilateral das tubas uterinas. E atenção: mulheres grávidas ou lactantes NÃO poderiam ser admitidas no estudo (critério de exclusão absoluto) (grifo nosso) – para tal, deveriam ser submetidas a teste de gravidez ANTES de serem admitidas no ensaio clínico. Caso a gravidez ocorresse DURANTE o estudo, deveriam relatar os casos de aborto espontâneo e morte neonatal, sendo a gravidez motivo para ser desligada do estudo. (grifos nossos)

Que tal? Quais seriam os motivos reais para tal preocupação da empresa Pfizer em relação à gravidez, se a segurança da vacina já foi comprovada para as mulheres e seus bebês?...

Diante desse quadro, recomendamos a análise do conteúdo das bulas do PROFISSIONAL DE SAÚDE das vacinas disponíveis no Brasil:  

💉 CORONAVAC/BUTANTAN:

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/paf/noticias-anvisa/2021/bulas-saiba-mais-sobre-as-vacinas-autorizadas-para-uso-emergencial/2021-01-18-bula-profissional-da-saude_clean.pdf?fbclid=IwAR29CtXfjW5ZP1Y1rTLFiNd8-Xnppn9QzS2O1SCN9aWOCuOjib1FADJUrI8

💉 ASTRAZENECA/OXFORD:

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/bulas-saiba-mais-sobre-as-vacinas-autorizadas-para-uso-emergencial/bula-vacina-covid-19-recombinante_vps_001_21-01-2021.pdf?fbclid=IwAR1yW_v8P0fC7S4nFPCV5Wz3RHPT_vHJILFUcoCOnT9ugh3wHjLeOz8ELH8

💉 COMIRNATY/PFIZER:

https://www.pfizer.com.br/sites/default/files/inline-files/Comirnaty_Profissional_de_Saude_11.pdf?fbclid=IwAR3PP85nqQliKFwICI9Hzwt6A9v8wLYcTB0r_bQhsO5mJu4eMQy23WPJN7Q

https://consultas.anvisa.gov.br/?fbclid=IwAR10gx90ItnKYyntgH4Qmgt5ksYzNmyLQCrvjpwLQCiJ1PlRFj2YyQJ_YdQ#/medicamentos/25351023179202157/

 

💉 JANSSEN/JOHNSON & JOHNSON:

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/medicamentos/bulas-e-rotulos/bulas-uso-emergencial/vacinas/vacina-covid-19-janssen.pdf?fbclid=IwAR3Iz4BfuzNkDIds2kfldDpou1bOmJtAI5YasCgz6rT6Bbu81lB41xk9E-A

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/medicamentos/bulas-e-rotulos/bulas-uso-emergencial/vacinas/vacina-covid-19-janssen.pdf/view?fbclid=IwAR3gdDZEfht-5SdV9erVxTxhPjFfJ5dgp7cWuX7f3XHy9o68Irof9CYYHlg

 

Analisando as bulas com atenção, constatamos que não foram realizados estudos em mulheres grávidas sobre os riscos de genotoxicidade, teratogenicidade, infertilidade futura, bem como sobre a eventual passagem e acúmulo de produtos componentes das vacinas contra COVID-19 nem na placenta, nem no leite materno. Repetindo: Não há estudos, em mulheres grávidas, sobre assuntos importantes envolvendo a vida e a saúde da mãe e da criança.  Isso mesmo.

Na presente data, 12 de julho de 2021, segundo o banco de dados da ANVISA já existem relatos de 1896 notificações da vacina CoronaVac25, sendo:

·        407 Óbitos (por gravidade) / 398 Óbitos (por desfecho)

·        41 Ameaça à vida

·        1 Distúrbios congênitos, de família e genéticos

·        2 Anomalias congênitas/defeitos ao nascer

·        8 Abortos

·        8 Distúrbios do sistema reprodutor

·        63 Incapacidade persistente ou significativa

·        710 Distúrbios do sistema nervoso

·        428 Diagnósticos de COVID-19 pós-vacina CoronaVac

Na presente data, 12 de julho de 2021, segundo o banco de dados da ANVISA já existem relatos de 5401 notificações da vacina AstraZeneca/Oxford26, sendo:

·        120 Óbitos (por desfechos) / 119 Óbitos (por gravidade)

·        142 Ameaça à vida

·        3 Distúrbios congênitos, de família e genéticos

·        4 Abortos

·        73 Distúrbios do sistema reprodutor

·        19 Distúrbio menstrual

·        17 Sangramento menstrual intenso

·        323 Incapacidade persistente ou significativa

·        3399 Distúrbios do sistema nervoso

·        66 Diagnósticos de COVID-19 pós-vacina AstraZeneca

·        74 Trombose

·        43 Acidente vascular cerebral

·        37 Trombose venosa profunda

·        36 Trombocitopenia

·        34 Embolia pulmonar

·        20 Convulsão

·        18 Síndrome de Guillain-Barré

·        12 Infarto

·        8 Contagem de plaquetas diminuída

Na presente data, 12 de julho de 2021, segundo o banco de dados da ANVISA já existem relatos de 398 notificações da vacina Comirnaty/Pfizer27, sendo:

·        5 Óbitos

·        8 Ameaça à vida

·        2 Abortos

·        18 Distúrbios do sistema reprodutor

·        25 Incapacidade persistente ou significativa

·        208 Distúrbios do sistema nervoso

·        5 Distúrbio menstrual

·        5 Sangramento menstrual

·        4 Trombose

·        2 Dímero D de fibrina aumentado

·        20 Diagnósticos de COVID-19 pós-vacina Comirnaty/Pfizer

Na presente data, 12 de julho de 2021, segundo o banco de dados da ANVISA já existem relatos de 75 notificações da vacina Janssen28, cuja vacinação foi iniciada mais recentemente, em 22 de junho de 2021, sendo:

·        2 Distúrbios do sistema reprodutor

·        1 Incapacidade persistente ou significativa

·        50 Distúrbios do sistema nervoso

·        1 Polimenorréia

·        1 Sangramento intermenstrual

A subnotificação é também extremamente significativa,  assustadora, com a maior parte dos estados brasileiros sem uma única notificação de eventos adversos das vacinas contra COVID-19.

Vejam com seus próprios olhos - segue o passo-a-passo para verificar as notificações de eventos adversos das vacinas contra COVID-19 aplicadas no Brasil:

1- Clicar no link abaixo do VigiMed Empresas, rolar a página para baixo até o final e clicar em “PARA ACESSAR A PÁGINA PRINCIPAL DA FARMACOVILIGÂNCIA, CLIQUE AQUI

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/fiscalizacao-e-monitoramento/notificacoes/vigimed/vigimed-empresas

2- A página Farmacovigilância será aberta. Rolar a página para baixo até aparecerem várias caixas quadradas. Clicar na caixa quadrada onde está escrito “PAINEL - NOTIFICAÇÕES DE FARMACOVIGILÂNCIA”

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/fiscalizacao-e-monitoramento/farmacovigilancia

3- A página Notificações de Farmacovigilância será aberta.

https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/fiscalizacao-e-monitoramento/farmacovigilancia/vigimed-empresas

4- Rolar a página aberta anteriomente até que ela chegue na parte inferior – é necessário clicar no "OK, entendi" até que fique verde . Se não abrir, clicar novamente.

5- A partir da tela VigiMed – Visão Geral, identificar a caixa onde se lê NOME DO MEDICAMENTO – clicar e aparecerá a opção PESQUISAR. Digitar os nomes das vacinas, de acordo com as seguintes opções:

·        CoronaVac

·        AstraZeneca COVID-19 vaccine

·        COVID-19 vaccine AstraZeneca

·        Vacuna COVID-19 AstraZeneca

·        Comirnaty (este é o nome da vacina da Pfizer)

·        COVID-19 vaccine Janssen

·        Janssen COVID-19 vaccine

6- Repetir a pesquisa com os nomes das vacinas acima na tela VigiMed – Eventos adversos. Rolar dentro das caixas abertas para visualizar todos os eventos adversos de cada vacina. Persista e verá.

Assim é essencial assegurar as notificações dos casos de eventos adversos e óbitos no banco de dados VigiMed da Anvisa29:

https://primaryreporting.who-umc.org/Reporting/Reporter?OrganizationID=BR

·        Dados da vítima:

·        Nome (opcional):

·        Idade:

·        Sexo:

·        Doenças anteriores à vacina (opcional):

·        Uso de medicamentos:

·        Vacina aplicada:

·        Data da primeira dose:

·        Data da segunda dose:

·        Data de início dos eventos adversos:

·        Quais eventos adversos apresentou após a vacina ?

·        Data de falecimento:

Para compreender claramente o processo de causação de mortes e efeitos colaterais graves, decorrentes de falha de segurança (e não de eficácia), basta considerar o mecanismo de ação das novas vacinas gênicas, nunca antes autorizado para emprego em massa com seres humanos.

É essencial atentar a que as vacinas de tecnologia “tradicional” utilizam vírus inativado ou atenuado para estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos contra eles e ainda de outros mecanismos de identificação e destruição de futuros ataques virais.

Por outro lado, as “vacinas” gênicas contra COVID-19 fazem com que o corpo humano se transforme em verdadeira “fábrica” de proteínas Spike30, as quais em si mesmas são comprovadamente nocivas31 e potencialmente letais.

 

Mais grave ainda é a circunstância, já comprovada por pesquisadores japoneses32, de que as nanopartículas lipídicas contendo RNA mensageiro não ficam retidas no músculo do braço das pessoas vacinadas, mas sim são transportadas pelo sistema circulatório a órgãos vitais como o cérebro, o que explica os eventos neurológicos gravíssimos, e para o coração, o que torna fácil compreender o grande número de eventos adversos e mortes já causados por miocardites, conforme alerta emitido pela Anvisa33 de casos ocorridos nos Estados Unidos e relatados pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC)34; aos ovários, assim como a outros importantes órgãos, como fígado, baço e glândulas suprarrenais32.

As vacinas gênicas também estão associadas a casos de trombose de veias periféricas e cerebrais35.

Se nenhum dos argumentos acima já não fosse amplamente suficiente para convencer sobre os gravíssimos perigos das atuais vacinas contra COVID-19 em grávidas, resta uma última informação: a gravidez normal se desenvolve com predomínio de citocinas (moléculas de sinalização celular) Th2, que ficam mais elevadas. Caso ocorra um predomínio Th1, o embrião ou feto será encarado como um "corpo estranho" e literalmente eliminado, varrido pelo tsunami imunológico – esta característica biológica ajuda a explicar os casos de aborto espontâneo e parto prematuro se vier a ocorrer desequilíbrio imunológico durante a gravidez no sentido do predomínio Th1 – por exemplo, por uma infecção viral ou por uma vacina que estimule o braço Th1 da imunidade36.

A maioria das plataformas vacinais atuais contra a COVID-19 são estímulos Th1, exatamente o oposto do que garante uma gravidez sem intercorrências (Th2). Essa informação provém de um artigo muito bem estruturado, publicado na prestigiosa revista NATURE, em outubro de 202037.

Com a saída da criança no parto, ocorre um rápido retorno para o padrão Th1 no organismo materno, que se mantém no puerpério, com predomínio das citocinas Th136.


Para completar o cenário de horror do tsunami imunológico associado à vacinação de grávidas, o Projeto de Lei 2112/202138, que “determina a inclusão como grupo prioritário no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a COVID-19 de gestantes, puérperas e lactantes, bem como de crianças e adolescentes com deficiência permanente, com comorbidade ou privados de liberdade” tramitou de urgência, sem ampla e necessária discussão  destes temas fundamentais, foi aprovado no último dia 9 de julho de 202139 e foi enviado para sanção ou veto do Senhor Presidente Bolsonaro40.

“Encaminho a Mensagem nº 30/2021, na qual o Presidente da Câmara dos Deputados envia ao Excelentíssimo Senhor Presidente da República o Projeto de Lei nº 2.112, de 2021, do Senado Federal, que “Altera a Lei nº 14.124, de 10 de março de 2021, para determinar a inclusão como grupo prioritário no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 de gestantes, puérperas e lactantes, bem como de crianças e adolescentes com deficiência permanente, com comorbidade ou privados de liberdade.(grifo nosso)”40

Em resumo: se essa imprudência de vacinar grávidas com os atuais produtos experimentais continuar, estejamos preparados para eventos catastróficos como óbitos maternos e fetais, malformações congênitas, quiçá distúrbios de neurodesenvolvimento, doenças neuropsiquiátricas,  neurodegenerativas e autoimunes.

Alguém, algum médico, membro do Ministério Público, juiz, cidadão de bem, autoridade pública, poderia não ficar absolutamente chocado com todas estas informações? Vão continuar a recomendar e/ou permitir e/ou tolerar a campanha de vacinação em grávidas e lactantes no Brasil, como se pudessem ser tratadas como cobaias?

A vacinação de grávidas, sem prévia garantia de segurança para elas e seus bebês, já havendo  rastro de mortes e eventos adversos associados à referida campanha de vacinação, constitui inaceitável violação a direitos humanos fundamentais, uma negação de todo avanço da humanidade obtido através do Código de Nuremberg, que proíbe qualquer experimentação sem consentimento informado e livre, e poderá caracterizar grave crime contra a humanidade.

Atenção, além de grávidas e seus indefesos bebês, as próximas vítimas serão as crianças já nascidas, nossos filhos, seus filhos, nossas crianças.

Este é um pedido de socorro.

Algo precisa ser feito. E já!

 Maria Emilia Gadelha Serra, Médica, CREMESP 63.451

Alain Machado  S. Dutra, Médico, CREMESP 102.211

CONTATOS:

emilia.gadelha1@gmail.com

alain@alainuro.com

Referências:

 

1-    https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/69/wr/mm6938e1.htm

 

 

2-     https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/69/wr/mm6944e3.htm

 

3-    https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/69/wr/mm6938e1.htm

 

4-    https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/wp-content/uploads/2021/03/NT-vacinacao-gestantes-peurperas-e-lactantes.pdf

 

5-    https://sei.saude.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&codigo_verificador=0021464579&codigo_crc=4863F560&hash_download=3cfd43ffbcbac4b08f37ce10fc87697b0116fa8bbb63303a6110477124d1d99cd053c45d86c748bfe31764f024e1f046f2de39d9289b8534bdbbb87ed5c878df&visualizacao=1&id_orgao_acesso_externo=0

 

6-    https://www.ema.europa.eu/en/documents/assessment-report/comirnaty-epar-public-assessment-report_en.pdf

 

7-    https://www.criver.com/products-services/safety-assessment/toxicology-services/developmental-and-reproductive-toxicology-dart?region=3701

 

8-    https://www.ema.europa.eu/en/documents/scientific-guideline/ich-s5-r3-guideline-reproductive-toxicology-detection-toxicity-reproduction-human-pharmaceuticals_en.pdf

 

9-    https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa2104983

 

10-                      https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/07/08/saude-retoma-vacinacao-de-gestantes-e-puerperas-sem-comorbidades

 

11-                      https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/comunicado-suspensao-da-vacina-da-astrazeneca-para-gestantes/comunicado_ggmon_005_2021.pdf

 

12-                      https://g1.globo.com/bemestar/vacina/noticia/2021/05/11/recomendacao-para-suspender-uso-da-vacina-astrazeneca-para-gravidas-ocorreu-apos-notificacao-da-morte-de-uma-gestante-de-35-anos-diz-anvisa.ghtml

 

13-                      https://www.gov.br/saude/pt-br/media/pdf/2021/maio/19/nota-tecnica-651-2021-cgpni-deidt-svs-ms.pdf

 

14-                      https://www.folhape.com.br/noticias/apos-meses-de-criticas-governo-paga-r-103-mi-em-seguro-para-vacinas/181707/

 

15-                      https://www.nature.com/articles/s41598-020-64734-6

 

16-                      https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0946672X17308763#fig0005

 

17-                      https://www.pfizer.com.br/sua-saude/covid-19-coronavirus/covid-19-principais-perguntas-respostas-sobre-vacina-pfizer-e-biontech

 

18-                      https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2013/res0466_12_12_2012.html

 

19-                      https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/codigo_nuremberg.pdf

 

20-                      https://chemm.nlm.nih.gov/pregnancycategories.htm

 

21-                      Content and Format of Labeling for Human Prescription Drug and Biological Products; Requirements for Pregnancy and Lactation Labeling (Federal Register/Vol. 73, No. 104/Thursday, May 29, 2008) - https://www.govinfo.gov/content/pkg/FR-2008-05-29/pdf/E8-11806.pdf

 

22-                      https://media.tghn.org/medialibrary/2020/11/C4591001_Clinical_Protocol_Nov2020_Pfizer_BioNTech.pdf,

 

23-                      https://clinicaltrials.gov/ct2/show/NCT04368728

 

24-                      https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2021/02/anvisa-concede-primeiro-registro-definitivo-para-vacina-contra-a-covid-19-nas-americas

 

25-                      Vacina CoronaVac: https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiZGJiZjVjZmQtZGFkNC00ZjI1LWIxYmQtNDg5YmU1ZGEwNjQ0IiwidCI6ImI2N2FmMjNmLWMzZjMtNGQzNS04MGM3LWI3MDg1ZjVlZGQ4MSJ9&fbclid=IwAR2-n4oFr5blKANpyVS0EX66W-jR0E2EiokfLAQFi25EmT9hCiXcaIw0HLM

 

26-                      Vacina AstraZeneca/Oxford: https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiZGJiZjVjZmQtZGFkNC00ZjI1LWIxYmQtNDg5YmU1ZGEwNjQ0IiwidCI6ImI2N2FmMjNmLWMzZjMtNGQzNS04MGM3LWI3MDg1ZjVlZGQ4MSJ9&fbclid=IwAR2-n4oFr5blKANpyVS0EX66W-jR0E2EiokfLAQFi25EmT9hCiXcaIw0HLM

 

27-                      https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiZGJiZjVjZmQtZGFkNC00ZjI1LWIxYmQtNDg5YmU1ZGEwNjQ0IiwidCI6ImI2N2FmMjNmLWMzZjMtNGQzNS04MGM3LWI3MDg1ZjVlZGQ4MSJ9&fbclid=IwAR2-n4oFr5blKANpyVS0EX66W-jR0E2EiokfLAQFi25EmT9hCiXcaIw0HLM

 

28-                      https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiZGJiZjVjZmQtZGFkNC00ZjI1LWIxYmQtNDg5YmU1ZGEwNjQ0IiwidCI6ImI2N2FmMjNmLWMzZjMtNGQzNS04MGM3LWI3MDg1ZjVlZGQ4MSJ9&fbclid=IwAR2-n4oFr5blKANpyVS0EX66W-jR0E2EiokfLAQFi25EmT9hCiXcaIw0HLM

 

29-                      https://primaryreporting.who-umc.org/Reporting/Reporter?OrganizationID=BR

 

30-                      https://ijvtpr.com/index.php/IJVTPR/article/view/23/51

31-                      https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/CIRCRESAHA.121.318902

 

32-                      https://www.naturalnews.com/files/Pfizer-bio-distribution-confidential-document-translated-to-english.pdf

33-                      https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2021/anvisa-alerta-sobre-risco-de-miocardite-e-pericardite-pos-vacinacao

 

34-                      https://www.cdc.gov/vaccines/acip/work-groups-vast/report-2021-05-24.html

 

35-                      https://www.bmj.com/content/373/bmj.n958/rr-1

 

36-                      https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK279139/

 

37-                      https://www.nature.com/articles/s41577-020-00434-6?source=content_type%3Areact%7Cfirst_level_url%3Aarticle%7Csection%3Amain_content%7Cbutton%3Abody_link

 

38-                      https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2288319

 

39-                      https://www.camara.leg.br/noticias/782372-projeto-prioriza-gestantes-lactantes-e-adolescentes-na-vacinacao-contra-covid-19/

 

40-                      https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=node0s43xthj5z9l517ykorommzo321642367.node0?codteor=2042441&filename=Tramitacao-PL+2112/2021