A PANDEMIA DE ABORTOS

O aborto é a principal causa global de mortes. Só em 2021 foram 43 milhões



O aborto é a principal causa global de mortes. Só em 2021 foram 43 milhões, enquanto 8,2 milhões morreram de câncer, 5 milhões de fumo, 1,7 milhões de HIV/Aids, 1,3 milhões no trânsito e 1 milhão de suicídio. A OMS aponta 3,5 milhões de mortes por coronavírus. Os abortos teriam sido responsáveis por 42% de todas as mortes em 2021, conforme dados colhidos do Worldometer, “eleito um dos melhores sites de referência gratuita pela American Library Association (ALA)” (Reportagem do Jornal Tribuna Nacional, de 02 de janeiro de 2022)¹. O número de abortos, o mais abjeto e horrendo dos crimes, é alarmante, estarrecedor e deveria chocar até os corações mais empedernidos.  Entretanto não tem causado proporcional indignação no mundo moderno, a caminho da Nova Ordem, ou Nova Governança Mundial. As consciências foram progressivamente anestesiadas, corrompidas e os valores invertidos. Tudo com método.

Herodes, pretendendo matar Jesus Cristo logo após seu nascimento, determinou o massacre de todos os bebês com menos de dois anos de idade.  A Igreja de Cristo designou o dia 28 de dezembro para lembrar a barbárie desses Santos Inocentes. E quantos santos inocentes têm sido exterminados desde então, sob o olhar tolerante, quando não indiferente até de cristãos! Morticínio de 43 milhões só no ano que findou, repita-se. Herodes quis eliminar O Rei. Os metacapitalistas, os satanistas, os organizadores Agenda 2030, do Grande Reset, da Nova Governança Mundial querem controlar tudo e todos. A redução populacional é só uma das etapas. Tudo foi cuidadosamente preparado, planejado para que parecesse um fenômeno natural, do qual ninguém dá muita importância. A matança foi caminhando da eugenia à ideologia de gênero e até o estágio do indiferentismo atual para consecução das metas da Nova Ordem. O termo ‘eugenia”, de purificação da raça, muito em voga na época de Hitler e do extermínio de judeus, foi substituído após a segunda guerra por um mais palatável, “controle demográfico”, e hoje por um mais politicamente correto, “sexualidade e saúde reprodutiva”.²  

A Novilíngua tem um papel fundamental, com a substituição de palavras e expressões de significado concretamente chocantes por termos mais “suaves”, objetivando tornar mais amenizada e mais “natural” a percepção do fenômeno aversivo. Kingsley, Rockfeller, a Fundação Ford, o feminismo marxista, Judith Butler, George Soros, Joe Biden, são nomes fundamentais nessa involução. Enquanto alguns promovem a matança dos já concebidos, como Biden, George Soros, IPPF – A Multinacional da Morte, Cefêmea e Anis no Brasil, paralelamente, outras instituições irmanadas cuidam, exitosamente, por sinal, de evitar a concepção. A ideologia de gênero tem papel fundamental, promovendo a destruição da família tradicional, o desestímulo à procriação e incentivando métodos anticonceptivos. Essa ideologia de gênero, endêmica nos meios acadêmicos, na militância LGBT, ativos em tratados da ONU e Unesco para imposição de currículos escolares tem papel destacado no controle populacional para o sucesso do Globalismo (diferente de globalização): o governo de entidades supranacionais, não eleitas e não escolhidas pela população, mas acima das soberanias nacionais, como são exemplos a ONU, OMS, Unesco e tantas outras de que se servem os metacapitalistas e os “progressistas” para controle total das vidas, das liberdades, dos bens, da saúde, da economia...

O aborto, como a destruição da família, da moral e da religião cristã é parte indissociável desse contexto. É a face mais cruel e mais aviltante.

Os métodos para assassinato de bebês no útero materno são os mais repugnáveis possíveis, seja por envenenamento salino, em que o bebê ingere uma solução salina cáustica e morre em terrível sofrimento com queimaduras dolorosas, seja por esquartejamento com cureta, em que se extrai o bebê do útero da mãe em pedaços, seja o aborto por nascimento parcial, em que se retira o corpo do bebê do corpo da mãe, mantendo a cabeça dentro dela, onde se faz uma incisão no crânio para a sucção de seu cérebro. 

Mas não menos repugnável é a destinação dos corpinhos abortados. George Soros mantém uma poderosa indústria de aborto na China, onde processa carnes de bebês abortados de cerca de cinco meses de gestação. A carne, segundo consta, é riquíssima em nutrientes e tem propriedades terapêuticas e curativas. O preço supera em muito o do caviar3. Só a Alfândega sul-coreana anunciou ter contabilizado 35 tentativas de importar da China 17.451 cápsulas com carne em pó de bebês mortos. A indústria farmacêutica chinesa é acusada de colaborar com clínicas de aborto para produção do “material”4. Narra o jornalista Nicolás Morás em vídeos no Youtube, citado em reportagem do confiável Estudos Nacionais5, que Soros teria feito um acordo envolvendo bilhões de dólares com Fernandez, da Argentina, em sabida crise financeira. Em troca das benesses aos argentinos, Fernandez deveria promover a legalização do aborto e implantar clínicas Planned Parenthood, integrante da IPPF – A Multinacional da Morte.  Esta é reconhecidamente a maior e mais estruturada indústria do aborto do mundo e celebrizada por comercializar partes do corpo e de tecidos de bebês abortados6. Muitos desses são destinados à cerimônias de magia negra. A macabra e efusiva festa argentina de comemoração da “legalização” do aborto ficou eternizada em vídeos absolutamente chocantes. Feminazis seminuas, com aspectos horripilantes, comemoraram, entre histéricas e eufóricas, com gritos, música, dança e júbilo a “legalização” dos assassinatos intrauterinos.  A que ponto chegou a humanidade! Fazer festas para comemorar a morte...

A insensibilidade atual ante o mais nefando dos crimes é de estarrecer. Um Procurador da República entrou na Justiça contra a exigência da Declaração de Óbito em abortos induzidos no Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia. Ele desumaniza o bebê, chamando-o de “produto da concepção” que poderia ser descartado como resíduo (deveria estar sujeito à “incineração ou outras destinações previstas nas normas de gerenciamento de resíduos”).7

Os métodos de praticar aborto são cruéis e repulsivos por si sós, mas muitos bebês sobrevivem ao aborto por alguns dias, ou algumas horas, em prolongado e terrível martírio. Sugere-se a leitura de um excelente artigo do padre Paulo Ricardo intitulado “Isso não é um bebê”8, onde ele cataloga inúmeras histórias reais em que aborteiros narram suas experiências com bebês sobreviventes. São depoimentos chocantes e verídicos dos quais se cita um exemplo: (não o mais cruel): Tivemos um salino (tipo de aborto) que nasceu vivo. Eu corri para a enfermaria e pus aquilo em uma incubadora. Chamei o pediatra para ajudar, mas ele se negou. Isso não é um bebê. É um aborto!, ele disse. Um outro bebê que nasceu vivo se enrolava na mão do aborteiro, tentando respirar, enquanto ele segurava a placenta sobre seu rosto. Então ele o jogou num balde e bolhas subiram à superfície. O aborteiro então soltou o bebezinho dentro de um saco plástico, que foi amarrado até que parasse de respirar, e o colocou no freezer onde os abortados eram armazenados.

Parece o fim do mundo? Certamente.  Mas, onde não há Deus, sempre se pode piorar. Eu sempre disse que a tolerância com o aborto é preconceito de lugar. É “aceitável” porque o assassinato é dentro do útero materno. Mas já se avança contra esse preconceito. Já “evoluem” para o assassinato de bebês recém-nascidos. Neonazistas da bioética propõem a legalização do aborto pós-nascimento. No Journal of Medical Ethic, acadêmicos sustentam que as mesmas circunstâncias que justificam o aborto, justificam a morte de recém-nascidos, se essa for a decisão dos pais ou dos médicos. Seria lícito e moralmente correto em casos de deficiência e também quando o recém-nascido tem potencial para uma vida saudável, mas põe em risco o bem-estar da família8.

Não nos esqueçamos de que o Supremo Tribunal Federal aprovou o assassinato de anencéfalos, avança para a permissão em quaisquer circunstâncias até o terceiro mês de gestação e, num próximo passo, quem sabe, “evoluam” para algo similar. Afinal, ubi eadem ratio, ibi eadem legis dispositio (onde existe a mesma razão fundamental, aplica-se a mesma regra jurídica).

Que Deus tenha misericórdia de nós!

 


 

 

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1)    1) https://tribunanacional.com.br/2868/aborto-principal-causa-global-de-morte-em-2021-com-43-milhões-de-mortos

2)    2) https://www.tribunadiária.com.br/ler-coluna/451/da-eugenia-a-ideologia-de-genero.html

3)    3) No Alvo com Antônio Cerqueira – Programa 10 – Nova Ordem Mundial

https://youtu.be/d5uxY4SMJus

4) 4)  https://notícias.uou.com.br/internacional/ultimas-notícias/2012/05/08/capsulas-com-po-de-carne-humana-sao-encontradas-em-daejeon-na-coreia-do-sul.htm

5) https://veja.abril.com.br/mundo/china-diz-que-investigara--trafico-de-pilulas-de-po-humano

5)   6)  https://www.estudosnacionais.com/23192/soros-promete-ajudar-argentina-se-fernandez-prejudiciar-bolsonaro-e-prolongar-quarentena-afirma-jornalista

6)    7) https://www.acdigital.com/notícias/executivas-de-multinacional-do-aborto-admitem-ter-vendido-partes-de-bebes-abortados-64864

7)    https://bit.ly/31nNC6b

8)    8) https://padrepauloricardo.org/blog/isso-nao-e-um-bebe-e-um-aborto-a-tragedia-de-bebes-nascidos-vivos-durante-a-pratica-do-aborto